Qual a Percentagem de Massa Gorda Ideal (2025)

Qual é a percentagem de massa gorda ideal para homens e mulheres? Bem-vindo(a) a um dos temas mais debatidos no mundo do fitness.

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Por um lado: temos os padrões estéticos impostos pelas redes sociais, influencers e revistas de fitness. Por outro: tens as recomendações médicas para um corpo

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audável. E no meio? Estás tu, a tentar perceber qual é o número certo para ti.

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Mas será que existe mesmo uma percentagem de massa gorda ideal?

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Ou será que estamos apenas obcecados com um número que, no final do dia, pode não significar tanto como pensamos?

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A verdade é que a massa gorda não é apenas uma questão de estética.

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É um fator crucial para a tua saúde, performance e bem-estar.

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Ter demasiada gordura corporal pode aumentar o risco de doenças metabólicas.

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Mas ter demasiado pouca gordura também pode trazer problemas hormonais, dificuldades de recuperação e um impacto negativo na tua energia e motivação.

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E depois há outro fator que pouca gente fala: a individualidade.

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O que é ideal para um atleta de maratonas não é o ideal para um culturista. O que funciona para um homem de 25 anos pode ser completamente diferente para uma mulher de 40.

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Ou seja, o conceito de “massa gorda ideal” não pode ser apenas um número fixo.

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É algo que depende dos teus objetivos, do teu tipo de corpo e até da tua genética.

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Então, antes de te focares apenas na percentagem que queres atingir, precisas de perceber o que realmente importa quando falamos de composição corporal.

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E é exatamente isso que vamos explorar ao longo deste artigo.

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O que é Massa Gorda e porque importa?

Antes de falarmos sobre a massa gorda ideal para ti, precisamos de entender o que é, de facto, massa gorda.

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Quando ouves falar em “gordura corporal”, provavelmente pensas logo em excesso de peso, barriga saliente ou algo negativo que precisa de ser eliminado.

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Mas a realidade é que a gordura é essencial para o teu corpo. E sem ela, simplesmente não sobrevivias.

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Felizmente, nem todos os tipos de massa gorda são iguais. E podemos dividir a gordura corporal em 2 tipos principais:

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#1 | Gordura essencial

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A gordura mínima de que o teu corpo precisa para funcionar corretamente.

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Envolve o tecido adiposo que protege órgãos vitais, participa na produção hormonal e regula a temperatura corporal.

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Para homens, este valor ronda os 3-5%. Enquanto para mulheres situa-se entre 10-12%, devido à necessidade biológica associada à reprodução.

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#2 | Gordura Armazenada

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Esta é a gordura extra que o corpo acumula como reserva energética.

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Pode ser subcutânea (debaixo da pele) ou visceral (à volta dos órgãos).

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Ter alguma gordura armazenada é completamente normal e saudável. O problema surge quando tens excesso de gordura armazenada, podendo afetar a saúde metabólica e aumentar o risco de doenças.

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Porque é que a Massa Gorda importa tanto?

A quantidade de gordura que tens no corpo não é só uma questão de estética. Afeta diretamente a tua saúde, a tua performance e até o teu bem-estar mental.

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Aqui estão alguns dos papéis essenciais da gordura corporal:

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  • Regulação hormonal – A gordura é fundamental para a produção de hormonas como a testosterona e o estrogénio. Ter uma percentagem demasiado baixa pode levar a desequilíbrios hormonais que afetam energia, força e até libido.
  • Saúde metabólica – O excesso de gordura visceral está ligado a um maior risco de resistência à insulina, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
  • Recuperação e desempenho – Níveis adequados de gordura são importantes para manter uma boa recuperação muscular e evitar fadiga excessiva.
  • Termorregulação – A gordura ajuda a manter a temperatura corporal e protege contra variações bruscas no ambiente.
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Ou seja, a questão não é apenas ter menos gordura. É ter a quantidade certa para o teu corpo e objetivo.

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Não ultrapassando os mínimos de gordura – que coloca a tua saúde. Mas também não engordando em demasia.

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Gordura Corporal: Visceral e Subcutânea

Além da divisão anterior da gordura, podemos dividir também em gordura visceral e gordura subcutânea.

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Esta é uma divisão feita com base na distribuição da gordura pelo corpo, impactando também a tua estética e a tua saúde.

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1. Gordura Subcutânea

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A gordura subcutânea é a que se acumula por baixo da pele e que consegues “agarrar” em várias partes do corpo. É a que influencia diretamente a tua aparência.

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Os pneus na barriga, as dobras nos flancos, a gordura nos glúteos ou nas coxas.

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  • Vantagem: Não representa grande risco para a saúde, e até tem um papel benéfico como reserva energética.
  • Desvantagem: Esteticamente, é a que mais incomoda quem quer um físico definido.
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2. Gordura Visceral

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Se há uma gordura que merece mais atenção, é esta.

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A gordura visceral acumula-se dentro da cavidade abdominal à volta dos órgãos (fígado, rins, coração, etc.). E está diretamente ligada a doenças como diabetes tipo 2, resistência à insulina e doenças cardiovasculares.

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  • Vantagem: Responde bem a mudanças na dieta e ao exercício físico, sendo relativamente rápida de perder.
  • Desvantagem: Muitas vezes não é visível externamente – podes até ter um corpo magro e, mesmo assim, níveis elevados de gordura visceral.
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Como saber se tens excesso de gordura visceral?

Nem sempre precisas de um exame médico para perceber se tens um nível preocupante de gordura visceral.

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Aqui estão alguns sinais típicos (não obrigatórios!):

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  • Circunferência abdominal elevada (acima de 94 cm nos homens e 80 cm nas mulheres é um fator de risco).
  • Dificuldade em perder gordura na zona abdominal, mesmo com dieta.
  • Sensibilidade à insulina alterada (picos de fome, energia instável).
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Se identificaste alguns destes sinais, pode ser altura de ajustar a tua abordagem.

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Resumindo: se queres uma massa gorda ideal, não te poder focar apenas no percentual de gordura.

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Tens de perceber onde essa gordura está localizada e qual o seu impacto na tua saúde e estética.

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A gordura visceral precisa de ser controlada para evitares problemas metabólicos a longo prazo.

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Já a gordura subcutânea é uma questão maioritariamente estética. Mas, sejamos sinceros: queremos mantê-la igualmente em check.

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Nos próximos capítulos, vamos explorar o que é uma percentagem de massa gorda ideal para diferentes objetivos. E como podes medi-la e ajustá-la da forma mais eficaz.

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Massa Gorda Ideal: qual a Percentagem para Homens e Mulheres?

Feita a introdução teórica (obrigado Francisco! 😅): qual é a percentagem de massa gorda ideal?

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Se procuraste esta resposta na internet, provavelmente já viste números a variar entre 5% e 25% para homens e 10% e 35% para mulheres.

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Mas antes de ficares obcecado com um número específico, tens de perceber que a percentagem certa para ti depende de vários fatores: objetivos, genética, nível de treino e até a tua idade.

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Massa Gorda Ideal para Homens

A quantidade de gordura corporal num homem pode ser dividida em diferentes categorias:

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NívelPercentagem de Massa GordaDescrição
Culturista em Competição5-10%Definição extrema, típica de culturistas em competição. Difícil de manter e pode comprometer o sistema hormonal e performance.
Atleta “seco”, altamente definido8 a 12%Boa definição muscular, sem comprometer saúde ou performance. Ideal para atletas de resistência ou força.
Em forma, sem definição mas sem “barriga”12 a 15%Percentagem saudável, com músculos visíveis, mas sem grande definição
Borderline saudável15 a 20%Nível comum em homens normais. Pouca definição muscular, mas sem risco para a saúde.
Excesso de peso> 20%Percentagem que pode indicar excesso de gordura acumulada, associada a um maior risco de problemas metabólicos.
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Massa Gorda Ideal para Mulheres

No caso das mulheres, os valores são naturalmente mais altos devido ao papel biológico da gordura na regulação hormonal e na fertilidade:

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NívelPercentagem de Massa GordaDescrição
Atleta de elite10-15%Definição muscular extrema, comum em culturistas. Pode afetar hormonas e causar amenorreia (ausência de menstruação).
Atleta/Desportista18 a 22%Definição visível, mas sem comprometer a saúde. Mantém equilíbrio entre performance e estética.
Fitness e boa forma22 a 28%Corpo tonificado e saudável, com alguma definição muscular visível. Ótimo para quem quer equilíbrio entre estética e bem-estar.
Saudável/Médio28 a 32%Percentagem comum em mulheres ativas. Sem grande definição muscular, mas dentro de um intervalo saudável.
Acima do recomendado>32%Pode indicar excesso de gordura acumulada, associado a maior risco de problemas metabólicos.
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Existe uma Percentagem de Massa Gorda Ideal Certa para todos?

Não. A tua massa gorda ideal deve ser baseada no teu objetivo e não num número aleatório.

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Se queres um corpo altamente definido e esculpido, vais precisar de valores mais baixos.

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Mas se queres um equilíbrio entre estética, performance e saúde? Estar entre os 15-20% para homens ou 20-25% para mulheres pode ser a tua percentagem massa gorda ideal.

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Mais importante do que o número exato, é perceberes se o teu nível de gordura corporal está a afetar o teu desempenho, energia e bem-estar.

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Porque uma coisa é certa: de nada te serve ter 8% de gordura corporal se te sentes exausto, sem força e com hormonas desreguladas.

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Nos próximos capítulos, vamos ver como medir corretamente a tua massa gorda ideal e como ajustá-la para o teu objetivo.

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Massa Gorda Ideal para diferentes objetivos

Agora que já tens uma ideia dos valores gerais, a questão que realmente interessa é: qual é a massa gorda ideal para TI e para o teu objetivo?

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Porque, sejamos sinceros: não há uma resposta única ou massa gorda ideal igual para todos.

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O que constitui um percentual de massa gorda ideal para um culturista não é o mesmo para um corredor de maratonas.

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E a massa gorda ideal para alguém que só quer estar saudável pode ser completamente diferente de quem quer uma definição extrema.

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Simultaneamente, a tua capacidade ou conforto a manter determinada percentagem de gordura é única. Isto é: o quão bem consegues conciliar a tua composição corporal e shape com o teu dia-a-dia.

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Porque, sinceramente? É fácil pensarmos que o abdominal definido e o corpo tonificado é a nossa massa gorda ideal.

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Mas a tua genética vai impactar a fome e o apetite que sentes.

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E o teu envolvimento (seja o stress no trabalho, os colegas que estão sempre a levar bolos, a malta em casa que está sempre a encomendar pizza, …) – vai impactar o esforço interno que tens de fazer para manter essa percentagem de gordura.

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Guarda isto: que já lá voltamos (!)

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Agora vamos perceber como é que deves adequar a tua percentagem de massa gorda ideal para os teus objetivos:

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Percentagem de Massa Gorda ideal para hipertrofia e crescimento muscular

Se o teu foco é crescer músculo: precisas de manter gordura suficiente para suportar a recuperação e a síntese proteica.

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Isto é: não queremos baixar demasiado a percentagem de gordura para não comprometer a produção de hormonas anabólicas. Inclusive a Testosterona.

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Mas também não queremos um excesso de gordura corporal porque poderá impactar o teu p-ratio. Isto é: o quão bem utilizas os nutrientes para estimular mais crescimento muscular ou mais acumulação de gordura.

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Então, fisiologicamente, num primeiro nível, queremos este equilíbrio.

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Que, tendencialmente, será esta faixa:

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  • Homens: 8 a 15% de massa gorda
  • Mulheres: 18 a 25% de massa gorda
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Com estas percentagens, tendes a estar numa boa posição para crescer músculo e aproveitar ao máximo os nutrientes nesse aspeto.

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Tens bons níveis de testosterona (homens) e estrogénio (mulheres), essenciais para performance e recuperação.

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E, dois pontos pouco falados, mas fundamentais:

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#1 | Estás numa posição onde podes entrar numa fase de ganho de peso (bulk) durante imenso tempo – se bem planeada.

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Estamos a falar de poder fazer até 1 ano de bulking seguido: focando no máximo crescimento muscular.

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Isto enquanto manténs o teu corpo num range saudável e propício ao crescimento muscular, para a maioria dos indíviduos.

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#2 | Estás num físico minimamente definido. O que significa que te sentes bem com o que vês ao espelho. O que é fundamental para este “jogo” a longo prazo. Quer faças bulk, ou não. Estás bem. E isso? É impagável.

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Percentagem de Massa Gorda Ideal para máxima Definição Muscular

Se queres ficar seco(a) e definido(a), precisas de baixar a percentagem gordura corporal.

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No shit, Francisco.

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Mas é importante perceber até que ponto – sem que dês por ti um figurante do Walking Dead: sem energia e a perder saúde a cada dia que passa.

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Aqui é meio que intuitivo, a partir de uma certa de percentagem de massa gorda: só te vais sentir pior.

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Mais fome, mais apetite e estar constantemente a pensar na próxima refeição e no que podes ou não comer.

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Humor de cão, reclamar com tudo. E um buzinar no trânsito? É um drama, horror, tragédia.

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Já para não falar da falta de energia e como isso se traduz no teu treino, juntamente à falta de força e perda de massa muscular.

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Eu sei: parece que estou a ser dramático. Mas há uma razão pela qual os bodybuilders não ficam pela massa gorda ideal que têm em palco. É insustentável.

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Mas como entendo que o teu objetivo provavelmente é manter a máxima definição possível.

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Seja durante o verão, seja durante o ano todo (como um influencer, por exemplo).

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Deixo-te esta recomendação de “faixa” de massa gorda ideal para a máxima definição muscular:

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  • Homens: 7 a 10%
  • Mulheres: 17 a 20-%
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É nestes intervalos que podes esperar uma bruta definição. Músculos visíveis, com boa separação muscular. Veias salientes, estilo mapa de rios.

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Mas é nestes intervalos que precisas de encontrar o teu equilíbrio: com o teu corpo e com o teu dia-a-dia.

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Sim: vou frisar isto repetitivamente. Porque a tua massa gorda ideal não é apenas dependente do espelho.

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Massa Gorda Ideal para Saúde e Bem-Estar

E se tu não quiseres ser culturista, fitness influencer ou simplesmente não ligares à definição?

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Só queres ser saudável e não correr riscos de doenças por causa da tua percentagem de massa gorda ideal.

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Queres sentir-te forte e capaz no dia-a-dia. Poderes ir ao ginásio e curtir o teu crescimento muscular e atleticismo.

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Teres um corpo esteticamente agradável, “funcional”. Mas não estás para te preocupar com six-pack ou algo do género. Só não queres ter barriga.

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Para isto?

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  • Homens: 13 a 20%
  • Mulheres: 23 a 30%
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Como medir a Massa Gorda de forma precisa?

Saber a tua massa gorda ideal é uma coisa. Mas medi-la com precisão? Isso já é outros quinhentos.

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Se já tentaste descobrir a tua percentagem de gordura, provavelmente encontraste valores completamente diferentes dependendo do método que usaste.

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Ora a balança diz que estás com 15%. Ora o PT do ginásio usa um adipómetro e diz que tens 12%. Depois fazes um scan de bioimpedância que aponta para 18%.

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Então… em que é que ficas?

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A verdade é que nenhum método para medir massa gorda é 100% preciso. Mas alguns são claramente melhores que outros.

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Vamos analisar os principais.

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DEXA Scan

O DEXA Scan (Dual-Energy X-ray Absorptiometry) é o padrão-ouro para medir a composição corporal.

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Vantagens

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  • Mede massa gorda, massa magra e densidade óssea.
  • É um dos métodos mais fiáveis, com margem de erro mais reduzida.
  • Consegue identificar distribuição de gordura pelo corpo.
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Desvantagens

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  • Caro e difícil de aceder (normalmente só disponível em clínicas especializadas).
  • Exposição mínima a radiação (embora seja segura).
  • Não é viável para medições regulares.
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Se és atleta de alta performance ou queres um acompanhamento muito detalhado da tua composição corporal, pode ser útil. Mas para a maioria das pessoas, há opções mais acessíveis.

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Pesagem Hidrostática

Este método usa submersão em água para medir a tua composição corporal.

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Como a gordura é menos densa que a água, a quantidade de água deslocada pelo teu corpo permite calcular a tua percentagem de gordura.

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Vantagens

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  • Relativamente preciso.
  • Boa alternativa ao DEXA, se disponível.
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Desvantagens

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  • Precisas de estar totalmente submerso e expirar todo o ar dos pulmões (não é para claustrofóbicos).
  • Não é prático para medições frequentes.
  • Pouco acessível fora de universidades e laboratórios desportivos.
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Vale a pena?

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Só se tiveres acesso fácil e não te importares de levar um banho no processo.

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Bioimpedância (balanças e dispositivos)

Se já usaste uma balança que mede gordura corporal: usaste bioimpedância elétrica (BIA). Este método envia uma corrente elétrica pelo teu corpo e mede a resistência para estimar a tua massa gorda.

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Vantagens

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  • Rápido e acessível (balanças de bioimpedância são comuns e baratas).
  • Fácil para acompanhar tendências ao longo do tempo.
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Desvantagens

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  • Margem de erro elevada (10% ou mais).
  • Resultados influenciados por hidratação, nível de eletrólitos e até a refeição anterior.
  • Equipamentos caseiros costumam ser menos precisos que os de clínicas.
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Vale a pena?

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Se queres um método barato para acompanhar tendências (e não valores exatos), pode ser útil. Mas não esperes precisão cirúrgica no cálculo da percentagem de massa gorda ideal.

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Pregas e Perímetros

O adipómetro e a fita métrica são dos métodos mais antigos e acessíveis, usados para medir as pregas cutâneas e circunferências em diferentes zonas do corpo (tríceps, abdómen, coxa, etc.).

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Vantagens

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  • Económico e acessível (um adipómetro de qualidade custa pouco).
  • Boa precisão se for usado por alguém experiente.
  • Perfeito para acompanhar progresso ao longo do tempo.
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Desvantagens

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  • Resultados dependem da experiência de quem faz a medição.
  • Não mede gordura visceral (apenas subcutânea).
  • Pode variar dentro de medições
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Vale a pena?

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Sim, se souberes como executar as medições e interpretá-las.

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Temos uma aula completa sobre como medir os perímetros e as pregas de forma prática (e sem precisares de ninguém!) na Academia Breaking My Limits!

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Como é que EU meço a Composição Corporal?

Pessoalmente, seja comigo, seja com os meus alunos do acompanhamento online, penso em ser prático.

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Se nenhuma destes métodos de medir massa gorda ideal são precisos? Vamos usar os pontos positivos de cada método para perceber se estamos no caminho certo.

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Geralmente não me preocupo com o número em si da %MG. Preocupo-me, sim, que tu estejas no corpo que TU queres.

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Se isso acontece com 8.3% MG ou 9.2%? É indiferente.

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O que interessa é saber que estamos no caminho certo, à velocidade certa e a ir para onde TU queres ir.

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E para isso? Utilizo o método dos 3 P’s.

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Onde cruzo o peso, perímetros e performance com os meus alunos para garantir que estamos onde queremos.

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Todas as semanas.

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Podes saber mais sobre esse método na Academia.

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Massa Gorda baixa demais – os riscos de ir ao extremo

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A busca pelo físico seco e definido das redes sociais leva-nos a associar que quanto menos gordura corporal, melhor.

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A verdade é que, abaixo de um certo ponto, ter menos gordura corporal não significa estar mais saudável ou com melhor performance.

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Se já alguma vez tentaste baixar a tua gordura ao extremo, deves ter notado algumas mudanças no teu corpo – e não foram todas boas.

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Vamos analisar os riscos de baixar a gordura para além do necessário e porque é que a tua massa gorda ideal deve ter um limite mínimo.

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Impacto Hormonal do baixo percentual de gordura

A gordura corporal não serve apenas para armazenar energia.  Serve para um papel crítico na regulação hormonal.

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E quando a percentagem de massa gorda desce demasiado, o corpo interpreta isso como um sinal de escassez alimentar e começa a compensar.

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Nos homens:

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  • A testosterona cai drasticamente, reduzindo a capacidade de ganhar músculo e afetando a libido.
  • Os níveis de cortisol aumentam, o que pode resultar em mais stress, menos recuperação e até acumulação de gordura na zona abdominal.
  • A energia despenca, e treinar começa a parecer um castigo.
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Nas mulheres:

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  • A produção de estrogénio diminui, o que pode levar a alterações no ciclo menstrual ou até amenorreia (perda da menstruação).
  • O risco de osteoporose aumenta devido à redução da densidade óssea.
  • Problemas de regulação da temperatura corporal e fadiga extrema.
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Perda de Massa Muscular

Se ficas demasiado tempo com uma gordura corporal extremamente baixa, o corpo precisa de encontrar outra fonte de energia. E a massa magra é o próximo alvo fácil.

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Quando tens um excessivamente baixo percentual de gordura: o metabolismo abranda para poupar energia. Sobreviver, chamemos-lhe assim.

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E o corpo começa a usar tecido muscular como combustível. Os treinos tornam-se menos produtivos, pois os músculos não têm glicogénio suficiente para um desempenho máximo.

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E fica cada vez mais difícil combateres esta tendência natural para queimares a tua própria massa magra.

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Resultado? O oposto do que querias: menos músculo, menos força e um físico mais “flat” e desgastado.

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Supressão Imunitária

Mais doenças e uma recuperação mais lenta. Até de gripes e constipações, sim.

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Porque o teu sistema imunitário também precisa de um mínimo de gordura (e calorias e nutrientes diários) para funcionar corretamente.

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À medida que a massa gorda diminui:

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  • A produção de anticorpos e células imunitárias diminui.
  • O corpo tem menos reservas de energia para combater infeções e recuperar de treinos intensos.
  • Podes começar a sentir-te mais doente frequentemente, com constipações ou gripes recorrentes.
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Energia e Bem-Estar

Sabes quando os bodybuilders te dizem que há uma massa gorda ideal para eles, a partir da qual, vivem sempre cansados?

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É: quando ultrapassas um certo percentual de gordura: começas a sentir-te sem energia para nada.

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  • A energia mental e física cai a pique.
  • O humor sofre um golpe – muitas pessoas sentem-se irritadas, ansiosas e até deprimidas.
  • A performance no ginásio e no dia a dia cai, tornando simples tarefas numa batalha desnecessária.
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Risco de Problemas Cardiovasculares e Ósseos

Finalmente: menos gordura corporal não significa automaticamente um coração mais saudável.

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Na verdade, há um limite onde o risco de problemas cardíacos pode aumentar.

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  • Com gordura extremamente baixa, o corpo pode alterar os batimentos cardíacos, aumentando o risco de arritmias.
  • Em mulheres, a redução do estrogénio pode levar a uma perda de densidade óssea, aumentando o risco de osteoporose e fraturas.
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Ter um físico definido é um objetivo legítimo, mas há um limite seguro para a quantidade de gordura que podes cortar sem comprometer a tua saúde.

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Se te sentes sempre cansado, sem energia para os treinos e com alterações no teu bem-estar geral, pode ser um sinal de que estás a levar a definição longe demais.

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O segredo está em encontrar a tua massa gorda ideal. Aquela que te permite sentires-te bem, manter a tua performance e alcançar a estética que procuras. Sem sacrificar a tua saúde no processo.

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Massa Gorda Alta Demais

É… a parte chata.

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Pego neste capítulo maioritariamente para entenderes que todos os bulks devem ter um fim. E o porquê disso.

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Não te vou falar dos riscos da percentagem de gordura alta num contexto de obesidade (tens imensa informação sobre isso noutros sítios).

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Mas maioritariamente na implicação que isto tem nas tuas fases de crescimento muscular, bulking ou massing.

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E não estou apenas a falar da parte estética. Mas sim do impacto na tua performance no treino. Potencial de crescimento muscular. E, claro, saúde.

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Basicamente, a pergunta que este capítulo é: qual é o limite para o teu bulk ou ganho de peso?

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Impacto na Saúde Cardiovascular

Começamos pelo “risco silencioso”. Quanto mais gordura e peso tens, mais exigência colocas no teu coração.

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Tens de mover um corpo mais pesado, que exige mais esforço. E, com mais gordura corporal, tendes também a ter mais gordura no sistema circulatório. O que dificulta o trabalho do coração.

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Isso significa que o teu sistema cardiovascular trabalha constantemente sob stress, o que pode levar a problemas sérios como:

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  • Pressão arterial elevada – O coração tem de bombear mais sangue para alimentar um corpo maior.
  • Colesterol desregulado – Um excesso de gordura corporal está muitas vezes associado a níveis mais altos de LDL (o colesterol “mau”) e triglicerídeos.
  • Aumento do risco de resistência à insulina – O que pode levar a pré-diabetes ou mesmo diabetes tipo 2.
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Estes riscos não aparecem de um dia para o outro. Podes sentir-te bem agora, mas se mantiveres uma percentagem de massa gorda demasiado alta durante meses (e até anos), os danos vão-se acumulando sem que notes.

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Um bom indicador aqui é quando reparas que a tua pressão arterial aumentou face ao habitual.

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Ou quando, no dia-a-dia, notas-te com muito mais esforço e ofegante em tarefas básicas.

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Performance no Ginásio

Sim: mais peso corporal ajuda-te a ganhar força e músculo… até um certo ponto.

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A partir daí? A tua Work Capacity nos treinos começa a ser cada vez menor: o que significa que tens cada vez menos produtividade em cada treino.

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Deixas de conseguir lidar com séries de altas repetições: o que te limita o “leque de armas” disponíveis para crescer. Comprometendo a tua periodização a longo prazo – visto que é menos um estímulo para aumentar a massa muscular que se torna viável para ti.

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Excesso de Massa Gorda e Perfil Hormonal

Quando falámos de massa gorda ideal, falámos também de manter um equilíbrio hormonal saudável. Mas quando a gordura ultrapassa um certo ponto? Isso muda.

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Nos homens:

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  • A testosterona tende a baixar, o que significa menos capacidade de construir músculo e mais tendência para acumular gordura.
  • O estrogénio sobe, o que pode levar ao aumento de retenção de gordura e até ginecomastia (acumulação de tecido adiposo no peito).
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Nas mulheres:

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  • Um excesso de gordura corporal pode desregular o ciclo menstrual e aumentar o risco de problemas hormonais como síndrome do ovário policístico (SOP).
  • Pode levar a um aumento excessivo de estrogénio, contribuindo para maior retenção de líquidos e ganho de peso.
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Massa Gorda e Inflamação Crónica

Juntamente com o perfil hormonal, o aumento do percentual de gordura excessivo vem acompanhado do aumento do cortisol e da inflamação crónica.

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Quando tens demasiada gordura, especialmente na zona abdominal, o teu corpo começa a libertar constantemente substâncias inflamatórias, o que pode levar a:

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  • Maior risco de lesões – Menos recuperação e mais inflamação muscular.
  • Menor eficiência do sistema imunitário – Podes ficar mais vulnerável a doenças e infeções.
  • Fadiga constante no dia-a-dia
  • Menos capacidade de treino – Se te sentes sempre cansado, o problema pode estar aqui.
  • Redução da produção de testosterona
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O Impacto na Qualidade do Sono

Se já tentaste dormir com mais gordura corporal do que o ideal, provavelmente notaste que o teu sono não era o mesmo.

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Isso acontece porque:

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  • Um excesso de gordura visceral pode levar a apneia do sono, onde a respiração é interrompida durante a noite, reduzindo a qualidade do descanso.
  • O sono interrompido compromete a recuperação muscular, a produção de hormonas e até a queima de gordura.
  • Menos sono = mais fome – O teu corpo compensa a falta de descanso aumentando a grelina (hormona da fome) e reduzindo a leptina (hormona da saciedade).
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Massa Gorda vs. IMC

Não podíamos fechar este artigo sobre a percentagem de massa gorda ideal sem tocar neste ponto:

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Se já foste medir o teu IMC e te disseram que estavas acima do peso, mesmo tendo um físico atlético e fazendo exercício físico regular: bem-vindo(a) ao clube.

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O Índice de Massa Corporal (IMC) ainda é uma das ferramentas mais usadas para avaliar se uma pessoa tem um peso “saudável”.

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Mas há um problema: o IMC não mede composição corporal.

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Isso significa que um atleta musculado pode ser classificado como “excesso de peso” ou até “obeso”.

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Enquanto alguém com pouco músculo e bastante gordura visceral pode aparecer como “normal”.

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Faz sentido? Não. Mas ainda é utilizado – e quero que percebas como funciona.

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O que é o Índice de Massa Corporal (IMC)

O IMC foi criado no século XIX como uma ferramenta estatística para avaliar populações, e não indivíduos.

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A fórmula é simples: IMC = Peso (kg) ÷ Altura² (m²)

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Depois, és classificado dentro destas categorias:

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  • Menos de 18,5 → Abaixo do peso
  • 18,5 – 24,9 → Peso normal
  • 25 – 29,9 → Excesso de peso
  • 30+ → Obesidade
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O problema? Esta fórmula não avalia a qualidade do teu peso ou a tua composição corporal. Isto é: não faz distinção entre massa muscular ou massa magra e gordura corporal.

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Se tens 1,75m e pesas 85kg, o IMC vai classificar-te como “excesso de peso”, mesmo que tenhas um físico atlético e pouca gordura corporal.

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Por outro lado, alguém com pouca massa muscular e bastante gordura visceral pode ter um IMC “saudável”, mesmo estando longe disso.

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Se colocarmos um atleta e uma pessoa sedentária com o mesmo IMC lado a lado, quem achas que está em melhor forma?

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A composição corporal faz toda a diferença:

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✅ Mais músculo e menos gordura → Metabolismo mais eficiente, melhor saúde cardiovascular, menor risco de doenças metabólicas.

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❌ Menos músculo e mais gordura visceral → Maior risco de problemas metabólicos, menor capacidade física e pior resposta hormonal.

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O IMC ignora completamente estes fatores e pode levar a conclusões erradas.

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A tua saúde vai muito além do peso total – composição corporal, hábitos e performance importam mais.

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No fim do dia, o que interessa não é o número na balança, mas sim a qualidade do teu físico e a tua saúde.

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Como alcançar a Massa Gorda Ideal?

Chegámos à melhor parte!

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A resposta direta é: exercício físico regular e uma dieta equilibrada.

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Mas isso? Tu já sabes.

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E se não estás na tua massa gorda ideal? É porque ainda não encontraste o plano de treino nem a dieta certos para ti.

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Para o teu corpo.

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Para a tua genética.

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E para o corpo que queres construir.

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É normal.

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Porque o plano CERTO para ti? Não se encontra assim: chapa-5 ou standard.

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O plano que vai resultar contigo e com o teu corpo?

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É construído com base na tua resposta ao treino e à alimentação.

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Refinado continuamente para garantir que estás sempre a evoluir à máxima velocidade.

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Que não perdes tempo com dietas ou exercícios que não funcionam contigo.

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E adaptado para todos os imprevistos que te surjam: viagens, dias de trabalho mais longos, semanas de m*rda, …

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E é exatamente isso que faço contigo no acompanhamento online.

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Construir e adaptar todos os dias, se for preciso, o plano perfeito para ti.

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Para que saibas sempre o que fazer e não tenhas de te preocupar nada.

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Só executar e dar feedback.

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E teres-me à distância de uma mensagem para te ajudar, motivar e “puxar as orelhas” quando for preciso também!

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Conclusão: a Massa Gorda Ideal existe mesmo?

Se chegaste até aqui, já percebeste que a massa gorda ideal não é um número fixo, nem uma fórmula universal igual para todos.

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Não é sobre atingir um X% específico porque leste algures que é o “padrão” para um corpo definido. É sobre equilíbrio entre performance, saúde e estética: ajustado às tuas necessidades, ao teu dia-a-dia e objetivos.

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A grande verdade? O teu corpo muda ao longo do tempo.

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O que é ideal hoje pode não ser daqui a um ano. Se queres um físico atlético, não podes focar-te apenas no número da balança ou num teste de bioimpedância. Tens de considerar a tua força, composição corporal e como te sentes no dia a dia.

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Se o teu objetivo é um corpo definido e funcional, a chave está em trabalhar para reduzir a gordura sem sacrificar massa muscular. E isso faz-se com uma estratégia clara: nutrição ajustada, treino eficiente e um estilo de vida sustentável. Sem dietas radicais. Sem obsessões desnecessárias.

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No fim, o número que vês no papel não importa tanto quanto sentires-te bem no teu corpo. Veres progressos visíveis e manteres um estilo de vida que te permite continuar a evoluir.

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Agora que já sabes como funciona a percentagem de massa gorda ideal, a questão é: estás pronto(a) para a atingir?

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